Venho uma vida toda (pelo menos desde que eu me lembre) devorando hipóteses. Na minha mente planejo tudo hipotéticamente, desde um simples "será?" até mesmo uma conversa interminável sobre um assunto importante. Tudo sempre primeiramente calculado dentro das hipóteses possíveis.
Claro que às vezes (a MAIORIA das vezes) existe uma segunda e talvez até uma terceira pessoa envolvida na questão, e aí é que a coisa fode toda. Sim, porque fazer cálculos próprios é moleza, a gente nunca foge dos roteiros programados. Mas, por mais zilhões de hipóteses que eu possa planejar, a infeliz da pessoa SEMPRE fala ou faz justamente aquilo que eu não previa. E não tem na vida nada mais frustrante que isso.
Mas não importa. Gosto das minhas hipóteses. Gosto porque são apenas hipóteses. Situações hipotéticas são deliciosas. Posso fazê-las ou não. Posso programar e desistir. Posso fazer o que eu bem entender delas, porque são as únicas coisas que eu consigo controlar nessa vida altamente descontrolada. E são minhas.
E assim eu vou levando, devorando tudo pela frente, fazendo contas malucas de coisas absurdas que para outros seriam bobagens ou até mesmo sandices, mas que pra mim são perfeitamente plausíveis. Mesmo que impossíveis. Mesmo que possíveis, porém inalcançáveis. Mesmo que alcançáveis e possíveis, mas totalmente improváveis. Eu faço do meu jeito, mas cada um é livre pra criar as suas próprias hipóteses (e lhes garanto, meus caros: são excepcionalmente melhores que as expectativas!)
Construir hipóteses é quase como viver várias vezes a mesma coisa, pra saber qual é a melhor parte da vida. Minha vida pode nem sempre ser tão boa, mas também não é feita só de tristezas. Tenho alegrias e temores hipotéticos e reais, e algumas vezes a hipótese não acontecida, ainda que ruim, é infinitamente pior do que o que realmente aconteceu, mesmo que tenha saío melhor que o esperado.
E não porque não aconteceu. Mas porque eu devorei com tanto gosto, saboreei tantas vezes, degustei cada nota daquela hipótese, que mesmo ruim, me parecia muito íntima de mim mesma, muito conhecida... E ela não aconteceu. Resultado: Frustração. Óbvio.
Mesmo assim, continuo levando a vida nessa hipotética forma, porque me sinto melhor. Porque frustração é sempre melhor que decepção. Uma hipotética pode 'parecer' uma realidade, mas como ainda não é, vem a frutração e, na sua condição de passageira, logo se vai. O que mata é a expectativa, sempre decepcionando quem a coleciona. É preciso não confundir... quando você coloca a idéia em forma de hipótese que dizer exatamente o que ela é: uma HIPÓTESE. Pode acontecer ou não. E esse é o ruim da expectativa, porque nela você tem certezas, somente espera quando irão acontecer e quando elas não aparecem.... BUM! e é fato, as malditas quase sempre não são correspondidas, e isso é um saco.
Sim, também crio expectativas, porque apesar de tudo não sou de ferro. Mas continuo sendo uma exímia devoradora de hipóteses.
Priscila no País das Paranóias
Fiz esse bauzinho moderno pra guardar alguns mimos que me fazem ser o que sou: uma mistura de coisas inacabadas, combinadas e descombinadas. Todas juntas, misturadas, e rigorosamente separadas e organizadas dentro da minha desorganização. Não tenho opiniões formadas e mudo de idéia constantemente. Mas tenho personalidade. E muita. Louca? Com certeza não. Mas, como podem perceber, vivo de Rivotril.
domingo, 10 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
O beijo... Ahhh o beijo!!
Saudades desse meu lugarzinho... Sem privacidade alguma, mas absolutamente meu!
Estava relendo alguns posts que já escrevi, e percebi que nunca falei sobre uma coisa que eu gosto muito, quando dá certo: O BEIJO! Como já disse no face, passei a viagem toda lendo 50 Tons de Cinza e 50 Tons Mais Escuros, e talvez eu tenha voltado meio 'inspirada' :P
Pra mim, antes de ir até os finalmentes, o beijo tem que encaixar. Se não tem encaixe, não tem sexo. Não sou puta pra meter sem beijar. Então, sendo bem clichê... se não tiver Química nesse quesito, não rola Física e muuuuito menos História.
Quando eu era mais nova percebi que não existe beijo ruim (tá, existe...mas vc tem que dar muito azar!)... a maioria das vezes que você não gosta, é porque simplesmente não se encaixou com o seu. Percebo isso sempre que vejo duas pessoas beijarem um mesmo ser e uma ficar completamente apaixonada pelo cara e a outra dizer que se sentiu beijando uma vaca (ou algum comentário ainda pior!).
É, tem beijo pra tudo quanto é gosto. Língua dura (tira-e-põe aquela coisa dura que fica dentro da boca e que ele chama de língua sem parar... tenso!), sem língua (pensa que tá na novela, coitado...), língua áspera ("beijo língua de vaca"), beijo lambido (te deixa molhada, mas com a baba dele)...e por aí vai. Não tem na vida nada mais decepcionante você conseguir uma chance com aquele carinha que faz séculos que você tá paquerando e na hora do beijo, o cara é, no mínimo, "Broxante"!
Ok, a possibilidade do beijo ser ruim sempre é de 50%, mesmo que a sua amiga diga que vale a pena (a não ser que você já tenha beijado ela e tenha gostado...particularmente, não é a minha praia!).
O beijo é uma coisa íntima...uns preferem o 'devorador', que lambe até o estômago...outros gostam do 'dentista', que passa a língua até nos cisos... Alguns preferem aquele beeem devagarinho, que você quase esquece o que está fazendo porque bateu aquele sono...
Eu particularmente não sei onde me encaixo... Mas o que importa, é quando encaixa!!!
O MELHOR DA VIDA É FAZER SEXO PORQUE O BEIJO É BOM E VOCÊ NÃO CONSEGUE PENSAR EM FAZER OUTRA COISA, E NÃO BEIJAR PORQUE ESTÁ FAZENDO SEXO E ACHA QUE DEVE BEIJAR PORQUE FAZ PARTE DA PEÇA.
Ahhhh...o Beijo!!!!
Estava relendo alguns posts que já escrevi, e percebi que nunca falei sobre uma coisa que eu gosto muito, quando dá certo: O BEIJO! Como já disse no face, passei a viagem toda lendo 50 Tons de Cinza e 50 Tons Mais Escuros, e talvez eu tenha voltado meio 'inspirada' :P
Pra mim, antes de ir até os finalmentes, o beijo tem que encaixar. Se não tem encaixe, não tem sexo. Não sou puta pra meter sem beijar. Então, sendo bem clichê... se não tiver Química nesse quesito, não rola Física e muuuuito menos História.
Quando eu era mais nova percebi que não existe beijo ruim (tá, existe...mas vc tem que dar muito azar!)... a maioria das vezes que você não gosta, é porque simplesmente não se encaixou com o seu. Percebo isso sempre que vejo duas pessoas beijarem um mesmo ser e uma ficar completamente apaixonada pelo cara e a outra dizer que se sentiu beijando uma vaca (ou algum comentário ainda pior!).
É, tem beijo pra tudo quanto é gosto. Língua dura (tira-e-põe aquela coisa dura que fica dentro da boca e que ele chama de língua sem parar... tenso!), sem língua (pensa que tá na novela, coitado...), língua áspera ("beijo língua de vaca"), beijo lambido (te deixa molhada, mas com a baba dele)...e por aí vai. Não tem na vida nada mais decepcionante você conseguir uma chance com aquele carinha que faz séculos que você tá paquerando e na hora do beijo, o cara é, no mínimo, "Broxante"!
Ok, a possibilidade do beijo ser ruim sempre é de 50%, mesmo que a sua amiga diga que vale a pena (a não ser que você já tenha beijado ela e tenha gostado...particularmente, não é a minha praia!).
O beijo é uma coisa íntima...uns preferem o 'devorador', que lambe até o estômago...outros gostam do 'dentista', que passa a língua até nos cisos... Alguns preferem aquele beeem devagarinho, que você quase esquece o que está fazendo porque bateu aquele sono...
Eu particularmente não sei onde me encaixo... Mas o que importa, é quando encaixa!!!
O MELHOR DA VIDA É FAZER SEXO PORQUE O BEIJO É BOM E VOCÊ NÃO CONSEGUE PENSAR EM FAZER OUTRA COISA, E NÃO BEIJAR PORQUE ESTÁ FAZENDO SEXO E ACHA QUE DEVE BEIJAR PORQUE FAZ PARTE DA PEÇA.
Ahhhh...o Beijo!!!!
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
É, as coisas mudam...
Períodos de mudanças me assustam com a mesma intensidade que me
fascinam. Estou num desses momentos. E, obviamente, assustada e fascinada.
Mudança de visual,
de casa, de estilo de vida... Conhecendo pessoas novas, fazendo novos negócios,
e apagando coisas que me atrasam. Na minha vida, quem quis ficou, saiu, voltou,
sumiu, fez o que quis. E fará sempre, enquanto assim eu quiser, porque meu ódio
é para poucos. E ainda assim, reversível. Meu amor também. Minha pessoa me
permite que pessoas passem, digam um "Olá", e se vão. É sempre bom
conhecer gente nova, mesmo que ela não permaneça no seu cotidiano com muita
frequencia. Não porque eu sou um circo. Mas no meu mundo às vezes tão cinza eu
gosto de colocar cores.
Não sou de guardar
muita coisa pesada, não quero e nem posso, porque meu coração é pequeno. Meu
cérebro, proporcionalmente inverso, comanda tudo numa boa. Assim evito gastar o
meu já tão parco coração.
Mas tô tomando
rumo, meio sem jeito, mas tentando como posso, como sei. Não é, com toda a
certeza, o melhor jeito...mas é o meu jeito, e é isso que me importa. Coisas do
meu jeito. Se o mundo continuar em 2013, será de um jeito novo. Adoro o novo.
Quem me conhece
sabe a importância que isso tem na minha vida. Ser eu mesma, autêntica, sem
copiar estilos, sem roubar trejeitos... Ser simplesmente EU, e só. Claro que
como me disse um professor de química cinquentão e gostosão o ensino médio,
"Nada se cria, tudo se copia ou se transforma". Tá, eu sei que ele
copiou isso de algum lugar (tinha uma bunda grande demais pra ter pensado isso
sozinho...) e apesar de tudo, nem lembro o nome dele (affff), mas concordo que
com 2012 anos de pessoas fazendo coisas, fica difícil fazer algo realmente
original.
Nessa, talvez eu
goste de alguma coisa da moda, talvez eu encontre algo que no momento estou
curtindo, mas não que eu siga tendências. Aliás, DETESTOOOO quando alguma coisa
que eu gosto muito entra na moda. Não sei se me sinto uma idiota pq todo mundo
se veste como eu, ou se eu sou idiota por estar igual a todo mundo (no fim, dá
na mesma!). Pronto. Lá se vão dias procurando coisas novas, velhas, usadas,
bizzarras, etc., até eu encontrar alguma coisa que substitua até que a novidade
vá embora. Substituí, por exemplo, caveiras e corujas por marinheiros e
tesouras. Não vou jogar fora anos de coisas compradas com muito custo (se não
tá na moda, encontrar alguma coisa no estilo é um achado!), mas procuro ficar
um pouco diferente do resto do mundo.
Apesar de ser meio doida, ter um estilo estranho e um linguajar meio
"bitch"... Sou eu!
Ou você se apaixona, ou você odeia. Faça sua escolha, dear.
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Odeio odiar!
Eu odeio odiar pessoas. Odeio as odiar ainda mais do que quando eu odeio coisas.
Odiar coisas é simplesmente necessário, não há como fugir. Não há como gostar de tudo. Não há como concordar com tudo. Odiar faz parte.
Mas as pessoas...
Ahhh existem muitas deprimentes. Outras até indiferentes. Gosto das pessoas com senso de humor afiado (diga-se negro). Gosto também de pessoas doces (doces, não patéticas!), talvez porque eu ache que combinem bem com o meu temperamento ácido. Mas tem uma classe de pessoas que são raríssimas: AS VERDADEIRAMENTE ODIOSAS.
Elas vêm de onde menos eu espero, atuam incessante e irritantemente no centro do meu cérebro e me fazem ter pensamentos homicidas com uma frequencia que eu não gostaria.
Elas são odiosas por fatos simples... Algumas simplesmente são detestáveis porque cometeram o equívoco de terem nascido, outras por despeito/desdém pelo que sou ou pelo que tenho (essas são as mais difíceis de diferenciar, porque normalmente as duas coisas ocorrem simultaneamente) e ainda tem aquelas que são odiosas pela mais pura e simples falta de uma metida bem dada.
O bom é que pela transparência da minha pessoa, estes seres sabem que são odiados. Talvez até gostem(sou importante hehe). O bom disso é que evito a fadiga de ter que cumprimentar, fingir que to curtindo o papo e talz... Não, eu não faço questão e ponto. Não gosto, não me obrigo a ser nem ao menos simpática. E só dou o respeito até onde eu sou respeitada. Sem medo de barracos.
E por elas, eu acabo me odiando também.
Não pelo ódio em si, mas porque elas não valem um segundo do meu precioso pensamento, e eu desnecessariamente gasto horas da minha inteligência pensando em como elas poderiam morrer acidentalmente.
E me odeio MAIS UMA VEZ por gastar pensamentos com quem não os merece, nem mesmo que sejam os piores possíveis. Só pra ficar bem claro.
Mas isso é coisa minha. Sei que todos sabem, mas que fique registrado: ODIAR NÃO É DE DEUS!
E tenho dito!
Odiar coisas é simplesmente necessário, não há como fugir. Não há como gostar de tudo. Não há como concordar com tudo. Odiar faz parte.
Mas as pessoas...
Ahhh existem muitas deprimentes. Outras até indiferentes. Gosto das pessoas com senso de humor afiado (diga-se negro). Gosto também de pessoas doces (doces, não patéticas!), talvez porque eu ache que combinem bem com o meu temperamento ácido. Mas tem uma classe de pessoas que são raríssimas: AS VERDADEIRAMENTE ODIOSAS.
Elas vêm de onde menos eu espero, atuam incessante e irritantemente no centro do meu cérebro e me fazem ter pensamentos homicidas com uma frequencia que eu não gostaria.
Elas são odiosas por fatos simples... Algumas simplesmente são detestáveis porque cometeram o equívoco de terem nascido, outras por despeito/desdém pelo que sou ou pelo que tenho (essas são as mais difíceis de diferenciar, porque normalmente as duas coisas ocorrem simultaneamente) e ainda tem aquelas que são odiosas pela mais pura e simples falta de uma metida bem dada.
O bom é que pela transparência da minha pessoa, estes seres sabem que são odiados. Talvez até gostem
E por elas, eu acabo me odiando também.
Não pelo ódio em si, mas porque elas não valem um segundo do meu precioso pensamento, e eu desnecessariamente gasto horas da minha inteligência pensando em como elas poderiam morrer acidentalmente.
E me odeio MAIS UMA VEZ por gastar pensamentos com quem não os merece, nem mesmo que sejam os piores possíveis. Só pra ficar bem claro.
Mas isso é coisa minha. Sei que todos sabem, mas que fique registrado: ODIAR NÃO É DE DEUS!
E tenho dito!
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Lençol Gelado e outras coisas...
Aqui estou eu... com várias noites perdidas para a insônia, muitos pensamentos soltos, muitos sonhos cortados.... Sabem, nessa de passar noites em claro percebi uma coisa que antes, talvez por não ter problemas com sono, não tinha notado... Já notaram que quanto mais profundo é o sono, mais real é o sonho???
Pois é...como ando dormindo umas 4 horas por dia e ainda às vezes meio picadas, meus sonhos parecem tão reais que as vezes acordo e não consigo ter certeza que não aconteceu mesmo. Gosto disso. É tão ruim ter sonhos leves... Aqueles que até são gostosinhos de sonhar, mas que você mal lembra deles quando acorda...
Bom, o que importa é que sonhos que quase te arrancam do cérebro são DELICIOSOS. Pelo menos uma coisa boa em tudo isso.
Apesar dos murros que ando levando da vida, é bom saber quer nem tudo está perdido. Que ainda existem coisinhas que não me custam nada e que eu adoro. Sonhos ultra-realistas. Descobrir uma música nova, quase desconhecida, que embala a alma ou arranha a garganta. Ler um bom livro roubado (Yes, não tem coisa pior nessa vida do que roubar um livro ruim!). Deitar em lençóis gelados.
Nunca entendi o porquê de algumas pessoas passarem a ferro o lençol antes de dormir, ou gostarem de entrar na cama quando outra pessoa já estava lá e pegar o "quentinho" do fulaninho. A coisa mais deliciosa da vida é deitar naquele lençolzinho gelado, sabendo que ele estava ali sozinho, à sua espera. Remexer as pernas pra sentir o friozinho de toda a extensão intocada que conseguir.
Obviamente existem outras mil coisas (todas com algum custo) que me fazem feliz. Tatuagem, sapato novo e x-egg com Fanta laranja também são motivos de momentos felizes.
Mas é tão gostoso encontrar uma alegria gratuita... Não pelo custo que não tem, mas pela dificuldade que é encontrá-la. Porque se sabe que ela aparece quando quer, e não quando você estipula. Encontrar uma boa música, é quando bate a sorte. Ter um super-sonho, é quando seu cérebro bem entende ou sua falta de sono permite. E já tive a infelicidade de roubar um livro ruim. A única coisa que se pode programar são eles: os lençóis. Gelados. Porque é a única alegria certa do dia.
Eu sei. Pode ser somente eu. Posso mesmo estar doida. Descompensada, como diz o médico. Pode ser o modo como fui criada. Ou não.
Pois é...como ando dormindo umas 4 horas por dia e ainda às vezes meio picadas, meus sonhos parecem tão reais que as vezes acordo e não consigo ter certeza que não aconteceu mesmo. Gosto disso. É tão ruim ter sonhos leves... Aqueles que até são gostosinhos de sonhar, mas que você mal lembra deles quando acorda...
Bom, o que importa é que sonhos que quase te arrancam do cérebro são DELICIOSOS. Pelo menos uma coisa boa em tudo isso.
Apesar dos murros que ando levando da vida, é bom saber quer nem tudo está perdido. Que ainda existem coisinhas que não me custam nada e que eu adoro. Sonhos ultra-realistas. Descobrir uma música nova, quase desconhecida, que embala a alma ou arranha a garganta. Ler um bom livro roubado (Yes, não tem coisa pior nessa vida do que roubar um livro ruim!). Deitar em lençóis gelados.
Nunca entendi o porquê de algumas pessoas passarem a ferro o lençol antes de dormir, ou gostarem de entrar na cama quando outra pessoa já estava lá e pegar o "quentinho" do fulaninho. A coisa mais deliciosa da vida é deitar naquele lençolzinho gelado, sabendo que ele estava ali sozinho, à sua espera. Remexer as pernas pra sentir o friozinho de toda a extensão intocada que conseguir.
Obviamente existem outras mil coisas (todas com algum custo) que me fazem feliz. Tatuagem, sapato novo e x-egg com Fanta laranja também são motivos de momentos felizes.
Mas é tão gostoso encontrar uma alegria gratuita... Não pelo custo que não tem, mas pela dificuldade que é encontrá-la. Porque se sabe que ela aparece quando quer, e não quando você estipula. Encontrar uma boa música, é quando bate a sorte. Ter um super-sonho, é quando seu cérebro bem entende ou sua falta de sono permite. E já tive a infelicidade de roubar um livro ruim. A única coisa que se pode programar são eles: os lençóis. Gelados. Porque é a única alegria certa do dia.
Eu sei. Pode ser somente eu. Posso mesmo estar doida. Descompensada, como diz o médico. Pode ser o modo como fui criada. Ou não.
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Amém!!!!!
Graças à pessoas que se importam comigo, hoje rezo mais, tenho tido mais boas pessoas por perto e Deus têm me ouvido com certeza, principalmente quando eu digo:
"Livrai-me de todo o mal. Amém"
Pòrque é preciso deixar pra trás tudo que atrasa, faz mal, suga energias, tira o riso...
Apesar do estresse, vou tomar meu bom rivotril, rezar e dormir.
Porque amanhã é um novo dia. Com novas perspectivas. Novas risadas. E talvez menos decepções e estresses.
Eu tenho fé... Eu tenho sorte... E acredito que tudo que sai da nossa vida, vai dar lugar a algo muito melhor.
Não desejo mal a quase ninguém. Sei que preciso melhorar muito como pessoa. Mas sei que também não sou a pior das piores. Tô feliz, tô triste, tô ficando aliviada...
Eu sei, eu surto. Emuito. E por pouco. Eu sei, a culpa provavelmente é minha e da minha total falta de controle. Mas acredite, você pode ter sido umas das pessoas que com muito esforço não fui totalmente ignorante. E se não fui, não pense que foi por você, porque sou extremamente egoísta.
Foi por mim, porque se eu não te xinguei, é porque com certeza você não vale a pena o desperdício de energia. Decidi deixar gastar até mesmo a minha grosseria com quem não merece.
E por favor Deus, continue me livrando de todo o mal, porque o Senhor está se saindo muito bem!!!!
"Livrai-me de todo o mal. Amém"
Pòrque é preciso deixar pra trás tudo que atrasa, faz mal, suga energias, tira o riso...
Apesar do estresse, vou tomar meu bom rivotril, rezar e dormir.
Porque amanhã é um novo dia. Com novas perspectivas. Novas risadas. E talvez menos decepções e estresses.
Eu tenho fé... Eu tenho sorte... E acredito que tudo que sai da nossa vida, vai dar lugar a algo muito melhor.
Não desejo mal a quase ninguém. Sei que preciso melhorar muito como pessoa. Mas sei que também não sou a pior das piores. Tô feliz, tô triste, tô ficando aliviada...
Eu sei, eu surto. Emuito. E por pouco. Eu sei, a culpa provavelmente é minha e da minha total falta de controle. Mas acredite, você pode ter sido umas das pessoas que com muito esforço não fui totalmente ignorante. E se não fui, não pense que foi por você, porque sou extremamente egoísta.
Foi por mim, porque se eu não te xinguei, é porque com certeza você não vale a pena o desperdício de energia. Decidi deixar gastar até mesmo a minha grosseria com quem não merece.
E por favor Deus, continue me livrando de todo o mal, porque o Senhor está se saindo muito bem!!!!
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Acontecimentos....
Existem acontecimentos e acontecimentos nessa vida. Alguns bons, outros nem tanto. Esta semana em especial, redundandtemente falando, vários acontecimentos aconteceram.
Vida pessoal, vida profissional... Separar as vezes é muito difícil... Ou você leva os problemas de casa e desconta no serviço, ou você tem problemas no serviço e leva pra casa...Fora fatos de outras ordens a serem separados...
Nessas horas eu agradeço muito ter amigos. Por ser uma pessoa com muuuuitos "demais", como por exemplo, intensa demais, espontânea demais, sincera demais, e por ai vai, sei que a convivência comigo é por vezes extremamente complicada. E é ai que entram os amigos. Mais amigos, mesmo. Porque conselho qualquer um dá, ter uma atitude diferenciada é ooooutra coisa. E bem diferente.
Além dos demais, sei que tenho uma infinidade de defeitos... sou extremamente consumista, estressada, sem foco, grossa, estúpida, mal-educada... a lista é imensa e quem me conhece sabe muito bem de todos eles, porque não faço questão de escondê-los.
Hoje foi um dia ruim, porém edificante. Foi um dia, pelo menos pra mim, triste e cansativo, mais pude observar muitas coisas que não vejo quando tudo está bem. Vim pela estrada chorando, choro agora pra desabafar tudo que eu tive que guardar o dia todo, mas como dizem por ai, há de ser só uma fase ruim, e há de passar.
Como já disse, acredito em destino. Acho que as coisas acontecem assim mesmo, pra gente saber em quem confiar, em quem acreditar, o que nos traz calma e o que nos tormenta.
Com relação ao pessoal, sem comentários. Meu marido suporta de mim muito mais do que qualquer um suportaria. Praticamente um herói, pois por diversas vezes precisa cuidar de duas crianças em casa. E isso porque só temos 1 filha. E esta, apesar de ter uma mãe estressada, está sempre querendo estar do meu lado.
Mais como eu disse anteriormente, o dia apesar de tudo foi edificante. E nessa edificação, aprendi muita coisa. Hoje sei que existem pessoas que apesar de tudo gostam de mim, mesmo com todos os defeitos. Sei que também que, pelos mesmos motivos, alguns não gostam. E nem lhes tiro a razão.
Então, vou aproveitar o meu bauzinho e guardar (e principalmente agradecer) 4 pessoas que foram especiais nesse dia de aprendizado. Não vou nomeá-las, mas acredito que se por ventura um dia aparecerem por aqui, vão saber que é delas que falo.
A primeira pessoa é aquela que, apesar de ter todos os motivos e poderes pra me punir, aproveita dos meus defeitos e erros pra me fazer crescer, ter foco... Me ensina, me alegra, me põe nos eixos (coisa que eu seeempre preciso) e faz de mim uma pessoa infinitamente melhor. Aquela que sempre sinto que deseja que eu realmente cresça, que eu melhore, que não regula esforços pra ensinar o que sabe. Aquela que eu defendo quando e como precisar, não porque pode mais que eu, mas porque merece. Uma pessoa muito rara.
A segunda pessoa é aquela que me ajuda, que me apóia, que me faz ter fé, ter vontade de fazer as coisas certas... Aquela que eu confio cegamente (não que eu não confie na primeira...), mas que me ajuda a tomar decisões sensatas, rumos certos, me faz pensar coisas boas e faz com que eu me sinta amada de alguma forma, de tão carinhosa que é. Aquela que, por ser insegura, tenho uma vontade imensa de cuidar e não deixar que nada de mal aconteça. Aquela que, se um dia alguém ofender, vai ter que se ver comigo.
A terceira é aquela que conquistou meu respeito com seu trabalho, e quando eu errei e a prejudiquei, que podia ter tomado todas as satisfações do mundo, e ai invés disso me perdoou e me deu um abraço que valeu toda a coragem que eu tive que juntar pra pedir desculpas.
E a quarta é aquela que tem todos os motivos da terceira... porém me fez ver que tudo passa, e que não vale a pena simplesmenete desabar por coisas que vão se resolver. Que me ensinou que o lema "Sorria e acene" é a melhor coisa a ser feita, e pode ter certeza que vou usar muito de hoje em diante.
Vcs, pessoas, podem ter certeza: Amo de verdade!
Sabem que não faço questão de fazer média com quem não gosto, então, se estou agora chorando pra escrever aqui tudo o que sinto por vocês, podem ter certeza que pra mim vocês são extremamente especiais.
*Agradecimentos também a toda a equipe, que me alegra, que me alimenta, que me ajuda a manter as coisas limpas e organizadas...E até pras profe que trabalham comigo, que me atormentam mais eu adoro todas elas, sem exceções!!! :D
Bom acho que é isso... Meu coração já está mais aliviado, já parei de chorar e vou procurar rezar mais... Quem quiser me colocar em suas orações, sinta-se à vontade, porque estou mesmo precisada...
Beijos amores da minha vida! E de coração, me desculpem as falhas!
Vida pessoal, vida profissional... Separar as vezes é muito difícil... Ou você leva os problemas de casa e desconta no serviço, ou você tem problemas no serviço e leva pra casa...Fora fatos de outras ordens a serem separados...
Nessas horas eu agradeço muito ter amigos. Por ser uma pessoa com muuuuitos "demais", como por exemplo, intensa demais, espontânea demais, sincera demais, e por ai vai, sei que a convivência comigo é por vezes extremamente complicada. E é ai que entram os amigos. Mais amigos, mesmo. Porque conselho qualquer um dá, ter uma atitude diferenciada é ooooutra coisa. E bem diferente.
Além dos demais, sei que tenho uma infinidade de defeitos... sou extremamente consumista, estressada, sem foco, grossa, estúpida, mal-educada... a lista é imensa e quem me conhece sabe muito bem de todos eles, porque não faço questão de escondê-los.
Hoje foi um dia ruim, porém edificante. Foi um dia, pelo menos pra mim, triste e cansativo, mais pude observar muitas coisas que não vejo quando tudo está bem. Vim pela estrada chorando, choro agora pra desabafar tudo que eu tive que guardar o dia todo, mas como dizem por ai, há de ser só uma fase ruim, e há de passar.
Como já disse, acredito em destino. Acho que as coisas acontecem assim mesmo, pra gente saber em quem confiar, em quem acreditar, o que nos traz calma e o que nos tormenta.
Com relação ao pessoal, sem comentários. Meu marido suporta de mim muito mais do que qualquer um suportaria. Praticamente um herói, pois por diversas vezes precisa cuidar de duas crianças em casa. E isso porque só temos 1 filha. E esta, apesar de ter uma mãe estressada, está sempre querendo estar do meu lado.
Mais como eu disse anteriormente, o dia apesar de tudo foi edificante. E nessa edificação, aprendi muita coisa. Hoje sei que existem pessoas que apesar de tudo gostam de mim, mesmo com todos os defeitos. Sei que também que, pelos mesmos motivos, alguns não gostam. E nem lhes tiro a razão.
Então, vou aproveitar o meu bauzinho e guardar (e principalmente agradecer) 4 pessoas que foram especiais nesse dia de aprendizado. Não vou nomeá-las, mas acredito que se por ventura um dia aparecerem por aqui, vão saber que é delas que falo.
A primeira pessoa é aquela que, apesar de ter todos os motivos e poderes pra me punir, aproveita dos meus defeitos e erros pra me fazer crescer, ter foco... Me ensina, me alegra, me põe nos eixos (coisa que eu seeempre preciso) e faz de mim uma pessoa infinitamente melhor. Aquela que sempre sinto que deseja que eu realmente cresça, que eu melhore, que não regula esforços pra ensinar o que sabe. Aquela que eu defendo quando e como precisar, não porque pode mais que eu, mas porque merece. Uma pessoa muito rara.
A segunda pessoa é aquela que me ajuda, que me apóia, que me faz ter fé, ter vontade de fazer as coisas certas... Aquela que eu confio cegamente (não que eu não confie na primeira...), mas que me ajuda a tomar decisões sensatas, rumos certos, me faz pensar coisas boas e faz com que eu me sinta amada de alguma forma, de tão carinhosa que é. Aquela que, por ser insegura, tenho uma vontade imensa de cuidar e não deixar que nada de mal aconteça. Aquela que, se um dia alguém ofender, vai ter que se ver comigo.
A terceira é aquela que conquistou meu respeito com seu trabalho, e quando eu errei e a prejudiquei, que podia ter tomado todas as satisfações do mundo, e ai invés disso me perdoou e me deu um abraço que valeu toda a coragem que eu tive que juntar pra pedir desculpas.
E a quarta é aquela que tem todos os motivos da terceira... porém me fez ver que tudo passa, e que não vale a pena simplesmenete desabar por coisas que vão se resolver. Que me ensinou que o lema "Sorria e acene" é a melhor coisa a ser feita, e pode ter certeza que vou usar muito de hoje em diante.
Vcs, pessoas, podem ter certeza: Amo de verdade!
Sabem que não faço questão de fazer média com quem não gosto, então, se estou agora chorando pra escrever aqui tudo o que sinto por vocês, podem ter certeza que pra mim vocês são extremamente especiais.
*Agradecimentos também a toda a equipe, que me alegra, que me alimenta, que me ajuda a manter as coisas limpas e organizadas...E até pras profe que trabalham comigo, que me atormentam mais eu adoro todas elas, sem exceções!!! :D
Bom acho que é isso... Meu coração já está mais aliviado, já parei de chorar e vou procurar rezar mais... Quem quiser me colocar em suas orações, sinta-se à vontade, porque estou mesmo precisada...
Beijos amores da minha vida! E de coração, me desculpem as falhas!
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Como diria minha sogra... "É só uma dica!"
Bom, prometi a mim mesma que voltaria a postar, e... Tcharam!!!
Eis-me aqui!!!!
Prometi também que(tentaria) fazer posts menores... Porisso devido a fatos ocorridos com algumas pessoas conhecidas, vou postar apenas um conselhinho... É coisa que todo mundo já sabe, mas parece que na hora do desespero, acaba esquecendo...
Se uma pessoa tem meeeeses pra fazer uma coisa ou tomar uma decisão e não a faz, é porque:
1 - Não está com a mínima intenção de fazê-lo...
2 - Provavelmente não fará mesmo...
3 - E se fizer, vai dar errado pq está fazendo sem vontade alguma...
Tô certa ou tô errada????
A dica vale pra qualquer questão... De forma positiva ou negativa, pense nisso!!!
Eis-me aqui!!!!
Prometi também que
Se uma pessoa tem meeeeses pra fazer uma coisa ou tomar uma decisão e não a faz, é porque:
1 - Não está com a mínima intenção de fazê-lo...
2 - Provavelmente não fará mesmo...
3 - E se fizer, vai dar errado pq está fazendo sem vontade alguma...
Tô certa ou tô errada????
A dica vale pra qualquer questão... De forma positiva ou negativa, pense nisso!!!
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Pela eternidade afora...
Porque hoje foi um dia estranho. Uma semana estranha. Quiçá, um mês estranho. Dias perdidos e ganhos por coisas mínimas. Vontade de fazer nada. E foi exatamente e incontestadamente o que fiz. Nada. Aliás, fiz. Chorei. Mas que se saiba desde já que não foi por ser chorona.
Chorei porque acreditei que tudo estava incontestavelmente perdido. Irremediavelmente dolorido.
Tenho muita resistência à dor. Principalmente dor física. Não acho quase nada dolorido demais a ponto de ser insuportável fisicamente falando. Não consigo, por exemplo, encontrar incômodo em 21 agulhas por segundo me furando por querer fazer tatuagem. Não sei se meu cérebro é tão lerdo que esquece de processar a dor ou se é tão rápido que passa reto por esse processo de ter que doer e pensa logo em como vai ficar no final.
Sou assim também com dores emocionais. Mas no caso delas, funciona um pouquinho diferente. Não sei se meu cérebro é lerdo demais a ponto de pensar que pessoas falam coisas sem querer ofender, ou rápido demais a ponto de achar que ninguém faz nada de propósito. Mas nesse caso a velocidade do meu cérebro é tamanha que o meu pensamento, em vez de sair pela boca, desce pela goela, para no peito e esmaga meu coração. E é nessas horas que eu choro.
Chorar deve ser bom. Se não é, pelo menos traz alívio. E alívio com certeza é bom.
Porisso, aliviada, parei de chorar. Não porque tudo está bem. Mas porque neste momento, neste exato momento em que aqui escrevo, tudo está bom.
E na estranheza desses dias, sempre digo que nada acontece por acaso. Tudo tem um propósito, uma razão de ser e acontecer. Acredito no destino. Se chorei, foi porque eu tinha que chorar. Se parei, é porque já estava na hora de parar.
E levando a minha crença pelo lado da lógica, se tudo é obra de destino, então está escrito. E se está escrito, e não se pode apagar, jogar fora, nem mesmo amassar, então é eterno.
Gosto de eternidades. Lógico que existem aquelas que a gente prefere esquecer. Mas também tem aquelas que a gente gosta de lembrar, relembrar, remexer, só pra não esquecer o gosto que tem.
Gosto muito das mudanças. Mas amo o eterno. Amo porque diz respeito a tudo aquilo que eu tive, que eu tenho. São coisas que posso sentir. Às vezes, até mesmo tocar.
Mais não deixo de gostar da mudança. Aceitando ou não, toda mudança é válida porque vai produzindo toda minha história, que pelo menos pra mim será eterna. E logo, o que foi mudado também passará a ser amado.
Não prometo amar tudo. Pra mim gostar de tudo é sintoma de hipocrisia. A menos que esteja alheia a tudo, uma pessoa não consegue gostar de todas as coisas. Mas prometo pelo menos menos amar muito as boas eternidades e guardá-las em seu devido lugar.
E eternamente as amarei. Porque tudo aquilo que é eterno, pode ir e voltar. Mas continuará sempre na sua condição de eternidade. E de uma forma ou de outra, na presença ou na lembrança, estará sempre comigo. E eternamente será meu, mesmo que não seja.
Chorei porque acreditei que tudo estava incontestavelmente perdido. Irremediavelmente dolorido.
Tenho muita resistência à dor. Principalmente dor física. Não acho quase nada dolorido demais a ponto de ser insuportável fisicamente falando. Não consigo, por exemplo, encontrar incômodo em 21 agulhas por segundo me furando por querer fazer tatuagem. Não sei se meu cérebro é tão lerdo que esquece de processar a dor ou se é tão rápido que passa reto por esse processo de ter que doer e pensa logo em como vai ficar no final.
Sou assim também com dores emocionais. Mas no caso delas, funciona um pouquinho diferente. Não sei se meu cérebro é lerdo demais a ponto de pensar que pessoas falam coisas sem querer ofender, ou rápido demais a ponto de achar que ninguém faz nada de propósito. Mas nesse caso a velocidade do meu cérebro é tamanha que o meu pensamento, em vez de sair pela boca, desce pela goela, para no peito e esmaga meu coração. E é nessas horas que eu choro.
Chorar deve ser bom. Se não é, pelo menos traz alívio. E alívio com certeza é bom.
Porisso, aliviada, parei de chorar. Não porque tudo está bem. Mas porque neste momento, neste exato momento em que aqui escrevo, tudo está bom.
E na estranheza desses dias, sempre digo que nada acontece por acaso. Tudo tem um propósito, uma razão de ser e acontecer. Acredito no destino. Se chorei, foi porque eu tinha que chorar. Se parei, é porque já estava na hora de parar.
E levando a minha crença pelo lado da lógica, se tudo é obra de destino, então está escrito. E se está escrito, e não se pode apagar, jogar fora, nem mesmo amassar, então é eterno.
Gosto de eternidades. Lógico que existem aquelas que a gente prefere esquecer. Mas também tem aquelas que a gente gosta de lembrar, relembrar, remexer, só pra não esquecer o gosto que tem.
Gosto muito das mudanças. Mas amo o eterno. Amo porque diz respeito a tudo aquilo que eu tive, que eu tenho. São coisas que posso sentir. Às vezes, até mesmo tocar.
Mais não deixo de gostar da mudança. Aceitando ou não, toda mudança é válida porque vai produzindo toda minha história, que pelo menos pra mim será eterna. E logo, o que foi mudado também passará a ser amado.
Não prometo amar tudo. Pra mim gostar de tudo é sintoma de hipocrisia. A menos que esteja alheia a tudo, uma pessoa não consegue gostar de todas as coisas. Mas prometo pelo menos menos amar muito as boas eternidades e guardá-las em seu devido lugar.
E eternamente as amarei. Porque tudo aquilo que é eterno, pode ir e voltar. Mas continuará sempre na sua condição de eternidade. E de uma forma ou de outra, na presença ou na lembrança, estará sempre comigo. E eternamente será meu, mesmo que não seja.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
O Fabuloso Destino de Priscila Furlan
Bom, temos muitas coisas favoritas né... cores, lugares, formas... Como vcs já sabem que meu desenho favorito é o da Alice no País das Maravilhas e a minha princesa favorita é a Aurora, vou contar mais uma coisinha que amo muito: Filmes! E ainda sou chata, pq gosto só dos legendados. Adoro ouvir as expressões reais dos atores, os sotaques...
Já assisti muitos filmes pela vida afora, mas o meu preferido é sem dúvida "Le Fabulex Destin d'Amélie Poulan". Uma graça de filme. Um charme. Pode parecer meio 'cult' demais, mas não consigo resistir ao "sonho francês" (sim, pq eu nunca tive o sonho americano!). Então decidi fazer a versão "O Fabuloso Destino de Priscila Furlan" (Pq meu francês é bem limitado, e eu jamais conseguiria postar tudo nesse idioma, e acredito que a maioria de quem pretende ler esse post não ia gostar de que eu escrevesse em francês!)Não vai ficar igualzinho, óbvio, mas vou tentar...
No dia 04 de Setembro de 1985, um espermatozóide X, pertencente ao Sr. Elton Bortolacci destacou-se do pelotão e alcançou o óvulo da Sra. Claudia Bortolacci, em Paranaguá, e nove meses depois, nasceu Priscila Bortolacci.
Seu pai é mecânico e trabalha no porto. Gosta de carros, motos e mulheres. Não gosta de chimarrão e nunca aprendeu a tocar acordeão com seu pai.
Claudia, sua mãe, é professora. Temida pelos alunos, ela gosta de fazer trabalhos manuais, de cachorros e por conta de Priscila por vezes tem um relacionamento conturbado com sua mãe. Não gosta de gatos.
Priscila era filha única até que três anos depois veio a notícia de que uma irmã estava a caminho. Caroline nascia um mês e meio depois do seu 4°. aniversário. Na época, Priscila não achou que o acontecimento fosse uma boa idéia.
Caroline, até os 6 anos, gosta de roupas de menino mas brinca de boneca. Não gosta de prender os cabelos e rói unhas.
Num dia estranho, morre seu pai. Acidente estranho. Mundo estranho. E pra Priscila, tudo muito suspeito, mas ela não sabe porque.
Na adolescência, Priscila (que ainda não era Furlan) sempre saía pra balada com amigos da escola. Sua série favorita foi a 8ª., e sempre ia pra balada com os meninos por não se dar assim tão bem com as meninas. Não era popular. Magrela, nem podia se dar ao luxo. Mas estava entre os garotos, e isso era bem legal. Sua irmã sempre estava junto, e por ser mais bonita, arrumou namorado primeiro.
A vida sentimental de Priscila (que ainda não era Furlan) não era muito movimentada, uma vez que logo que arrumava um namorado, não durava mais que 3 meses. Preferia amigos. Gostava de ajudar nas filmagens de programas inventados. Não gostava de ter que voltar cedo pra casa. A mãe, apesar de severa, deixava que todos frequentassem a casa. Priscila também gostava disso.
Quando a Sra. Bortolacci resolveu mudar de cidade, nenhuma das irmãs teve escolha, a não ser ir junto. Foi aí que apareceu o Sr. Furlan. E aí sim, a Priscila, que era só a Srta. Bortolacci, virou Sra. Furlan.
Priscila Furlan gosta de motos e coisas com caveiras. Não gosta de chinelo havaianas. Agosta do cheiro de livros velhos e passeia com sua amiga aos fins de semana. Faz tatuagens. Ficou loira.
Então fez faculdade de Direito. Mal ai às aulas, mas era frequentadora assídua do bar. Virou uma bêbada e aí sim, era popular. Conhecia todos no bar. Era conhecida por todos no ônibus por ser a "mocinha bêbada que entra dançando". Não gostava de intrometidos no fundão. Gostava quando lotava de amigos. E também gostava de truco. Gostava de dar 'seizada'. Jogava com quem quisesse jugar no baralho, mais se fosse pelo celular, tinha parceria preferida. Inesquecível. Então, Priscila Furlan descobriu que seria mãe. Mas, como não era doença, a vida na faculdade seguia exatamente como sempre. Até Isabela Furlan nascer.
Isabela gosta de banho, banana e passeio. Não gosta de alface. Nem que peguem os brinquedos que estão na sua mão.
Depois do nascimento da Srta. Furlan, Priscila tem uma vida estressante e monótona de mãe. Até que passa num concurso e volta a trabalhar, numa biblioteca. Nesse trabalho, arrumou amigas. Algumas muito especiais(*). Outras nem tanto.
Um belo dia, Priscila bate seu carro. E também recebe sua herança pela morte do pai. Então, compra um novo carro e um novo par de seios, para repor tudo que foi estragado.
Hoje, Priscila Furlan tem uma vida boa, tentando deixar sua casa do jeito que sempre quis, com seu carro novo na garagem, seus seios novos no sutiã, sua filha no banco de trás e o marido acompanhando tudo. Se serão felizes pra sempre??? Não sei. Só o tempo vai dizer. O tempo. As pessoas. As circunstâncias. E o destino, é claro. O fabuloso destino de Priscila Furlan.
(*)Sim, é pra vc bocó!!!!!
Já assisti muitos filmes pela vida afora, mas o meu preferido é sem dúvida "Le Fabulex Destin d'Amélie Poulan". Uma graça de filme. Um charme. Pode parecer meio 'cult' demais, mas não consigo resistir ao "sonho francês" (sim, pq eu nunca tive o sonho americano!). Então decidi fazer a versão "O Fabuloso Destino de Priscila Furlan" (Pq meu francês é bem limitado, e eu jamais conseguiria postar tudo nesse idioma, e acredito que a maioria de quem pretende ler esse post não ia gostar de que eu escrevesse em francês!)Não vai ficar igualzinho, óbvio, mas vou tentar...
No dia 04 de Setembro de 1985, um espermatozóide X, pertencente ao Sr. Elton Bortolacci destacou-se do pelotão e alcançou o óvulo da Sra. Claudia Bortolacci, em Paranaguá, e nove meses depois, nasceu Priscila Bortolacci.
Seu pai é mecânico e trabalha no porto. Gosta de carros, motos e mulheres. Não gosta de chimarrão e nunca aprendeu a tocar acordeão com seu pai.
Claudia, sua mãe, é professora. Temida pelos alunos, ela gosta de fazer trabalhos manuais, de cachorros e por conta de Priscila por vezes tem um relacionamento conturbado com sua mãe. Não gosta de gatos.
Priscila era filha única até que três anos depois veio a notícia de que uma irmã estava a caminho. Caroline nascia um mês e meio depois do seu 4°. aniversário. Na época, Priscila não achou que o acontecimento fosse uma boa idéia.
Caroline, até os 6 anos, gosta de roupas de menino mas brinca de boneca. Não gosta de prender os cabelos e rói unhas.
Num dia estranho, morre seu pai. Acidente estranho. Mundo estranho. E pra Priscila, tudo muito suspeito, mas ela não sabe porque.
Na adolescência, Priscila (que ainda não era Furlan) sempre saía pra balada com amigos da escola. Sua série favorita foi a 8ª., e sempre ia pra balada com os meninos por não se dar assim tão bem com as meninas. Não era popular. Magrela, nem podia se dar ao luxo. Mas estava entre os garotos, e isso era bem legal. Sua irmã sempre estava junto, e por ser mais bonita, arrumou namorado primeiro.
A vida sentimental de Priscila (que ainda não era Furlan) não era muito movimentada, uma vez que logo que arrumava um namorado, não durava mais que 3 meses. Preferia amigos. Gostava de ajudar nas filmagens de programas inventados. Não gostava de ter que voltar cedo pra casa. A mãe, apesar de severa, deixava que todos frequentassem a casa. Priscila também gostava disso.
Quando a Sra. Bortolacci resolveu mudar de cidade, nenhuma das irmãs teve escolha, a não ser ir junto. Foi aí que apareceu o Sr. Furlan. E aí sim, a Priscila, que era só a Srta. Bortolacci, virou Sra. Furlan.
Priscila Furlan gosta de motos e coisas com caveiras. Não gosta de chinelo havaianas. Agosta do cheiro de livros velhos e passeia com sua amiga aos fins de semana. Faz tatuagens. Ficou loira.
Então fez faculdade de Direito. Mal ai às aulas, mas era frequentadora assídua do bar. Virou uma bêbada e aí sim, era popular. Conhecia todos no bar. Era conhecida por todos no ônibus por ser a "mocinha bêbada que entra dançando". Não gostava de intrometidos no fundão. Gostava quando lotava de amigos. E também gostava de truco. Gostava de dar 'seizada'. Jogava com quem quisesse jugar no baralho, mais se fosse pelo celular, tinha parceria preferida. Inesquecível. Então, Priscila Furlan descobriu que seria mãe. Mas, como não era doença, a vida na faculdade seguia exatamente como sempre. Até Isabela Furlan nascer.
Isabela gosta de banho, banana e passeio. Não gosta de alface. Nem que peguem os brinquedos que estão na sua mão.
Depois do nascimento da Srta. Furlan, Priscila tem uma vida estressante e monótona de mãe. Até que passa num concurso e volta a trabalhar, numa biblioteca. Nesse trabalho, arrumou amigas. Algumas muito especiais(*). Outras nem tanto.
Um belo dia, Priscila bate seu carro. E também recebe sua herança pela morte do pai. Então, compra um novo carro e um novo par de seios, para repor tudo que foi estragado.
Hoje, Priscila Furlan tem uma vida boa, tentando deixar sua casa do jeito que sempre quis, com seu carro novo na garagem, seus seios novos no sutiã, sua filha no banco de trás e o marido acompanhando tudo. Se serão felizes pra sempre??? Não sei. Só o tempo vai dizer. O tempo. As pessoas. As circunstâncias. E o destino, é claro. O fabuloso destino de Priscila Furlan.
(*)Sim, é pra vc bocó!!!!!
domingo, 18 de setembro de 2011
Fui obrigada a postar isso...
Ai gente, hoje recebi um e-mail de uma antiga xará amiga minha (Saudadona de vc Pri!!!). Xoreeei de rir. O nome do e-mail era "Somente para as bonitonas". e como eu sou maravilinda né...fui lá e abri! E me obriguei a postar né, pq tava no nome dela, e como é o mesmo meu...Ri largadaaa!!!! Olha a historinha...
SOMENTE PARA AS BONITONAS...
Estavam reunidas na Disney, a Sininho, a Fiona e a Angelina Jolie, jogando conversa fora...
A Sininho disse:
- 'Eu sou a menor fadinha do mundo!!!'
A Fiona revidou:
- 'Sou a ogra mais feia do planeta!!!'
E a Angelina Jolie finalizou:
- 'Sou a mulher mais linda, inteligente e maravilhosa do mundo!!!'
Mas elas queriam que isso fosse comprovado...
Pegaram o Guiness Book.
A Sininho abriu na página 873 e realmente estava lá:
- Sininho, A Menor Fada Do Mundo.
Todas ficaram impressionadas.
A Fiona pegou o livro, abriu na página 585 e estava lá escrito:
- Fiona, A ogra mais feia do mundo.
Ohhh!
Por último, a Angelina Jolie pegou o livro, abriu na página 25 e
depois de alguns minutos de silêncio e uma cara de fúria, (PRATICAMENTE NUM ATAQUE DE NERVOS),
ela gritou:
QUEM É ESTA TAL DE PRISCILA???
Ai eu sei que vcs acham que eu me acho...e eu admito: algumas horas me acho mesmo...e quando eu tenho uma crise de falta de auto-estima (que é bem comum viu...) e não me acho, graças a Deus tenho muitos amigos que me procuram!!!
Bjoo!!
SOMENTE PARA AS BONITONAS...
Estavam reunidas na Disney, a Sininho, a Fiona e a Angelina Jolie, jogando conversa fora...
A Sininho disse:
- 'Eu sou a menor fadinha do mundo!!!'
A Fiona revidou:
- 'Sou a ogra mais feia do planeta!!!'
E a Angelina Jolie finalizou:
- 'Sou a mulher mais linda, inteligente e maravilhosa do mundo!!!'
Mas elas queriam que isso fosse comprovado...
Pegaram o Guiness Book.
A Sininho abriu na página 873 e realmente estava lá:
- Sininho, A Menor Fada Do Mundo.
Todas ficaram impressionadas.
A Fiona pegou o livro, abriu na página 585 e estava lá escrito:
- Fiona, A ogra mais feia do mundo.
Ohhh!
Por último, a Angelina Jolie pegou o livro, abriu na página 25 e
depois de alguns minutos de silêncio e uma cara de fúria, (PRATICAMENTE NUM ATAQUE DE NERVOS),
ela gritou:
QUEM É ESTA TAL DE PRISCILA???
Ai eu sei que vcs acham que eu me acho...e eu admito: algumas horas me acho mesmo...e quando eu tenho uma crise de falta de auto-estima (que é bem comum viu...) e não me acho, graças a Deus tenho muitos amigos que me procuram!!!
Bjoo!!
sábado, 17 de setembro de 2011
A Bela (Des)Adormecida
Sempre gostei de desenhos animados. Disney, aqueles que passam no Cartoon, Animes... Mas depois do desenho da Alice, não que tenha sido um dos favoritos, mas sempre tive uma adoração especial pela Aurora, a nossa famosa Bela Adormecida. Tão delicada, doce, chique e linda de morrer (ou de dormir, nesse caso). Enfim, um lushoo!!!
Sendo assim, mesmo apaixonada pela Rainha de Copas, obviamente não queria que meu lindo bebê saísse igual ela neh... então imaginei que a tão linda Bela (sim, o nome da minha filha é Isabela, mais conhecida por ela mesma como Bela, com variações para 'Béia'), que hoje tem quase 1 ano e meio sairia assim:
Ó doce ilusão... além de ser uma máquina de cagar, consegue aprontar 10 coisas diferentes em 30 segundos Pois é... amo muito minha bebê, mais dá um trabalho do cacete, e já está decidido pela minha pessoa que a fábrica já está fechada! Uma criança que vale por três é muito mais do que o suficiente. E pra vcs que não conhecem a famosa Bela, vou finalizar este post com uma fotinha dela...Não aparece, mais ela tb tá de chiquinhas (é que o cabela ainda não cresceu muito sabe...), e a franja tá torta porque ela fez um reboliço no salão e a coitada da cabelereira teve que rebolar pra cortar E sim, ela vive com a cara suja pq come e se lambuza (e suja a casa toda junto) o dia todo. Eis a peça:
Bjos com sabor de cookies de chocolate (os favoritos dela)!
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Um Pouco sobre a Paranóica...
Acho que não vou fugir muito dos padrões de blog, então vou começar me apresentando.
Como já sabem o meu nome, pelo nome do blog devem ter percebido que tenho uma adoração especial pelo País das Maravilhas...mas confesso que prefiro o Cheshire Cat (Aquele sorriso...aiai ainda arrumo um gato de verdade desse pra mim!) e a Rainha de Copas do que a Alice. Acho ela meio assim, sei lá...sem graça, sem rumo... Sem contar que sempre tive o sonho de poder sumir quando o bicho pega.
Já a Rainha de Copas...essa sim faz o meu tipo! Decidida! Cabeçuda! Peituda! Ô pessoa de classe viu...
E ainda algum dia ainda cortarei uma cabeça!!!
Como esse blog não é sobre nada em especial nem informativo, vou falando as minhas bobeiras aos poucos, pra vcs não pensarem que o Rivotril não tá fazendo efeito... E pra quem não me conhece... tenho o braço fechado até o cotovelo numa tattoo estilizada do País das Maravilhas, com o Cheshire Cat em destaque! (mais falta terminar...mancada minha!)
Logo logo eu volto viu?
Como já sabem o meu nome, pelo nome do blog devem ter percebido que tenho uma adoração especial pelo País das Maravilhas...mas confesso que prefiro o Cheshire Cat (Aquele sorriso...aiai ainda arrumo um gato de verdade desse pra mim!) e a Rainha de Copas do que a Alice. Acho ela meio assim, sei lá...sem graça, sem rumo... Sem contar que sempre tive o sonho de poder sumir quando o bicho pega.
Já a Rainha de Copas...essa sim faz o meu tipo! Decidida! Cabeçuda! Peituda! Ô pessoa de classe viu...
E ainda algum dia ainda cortarei uma cabeça!!!
Como esse blog não é sobre nada em especial nem informativo, vou falando as minhas bobeiras aos poucos, pra vcs não pensarem que o Rivotril não tá fazendo efeito... E pra quem não me conhece... tenho o braço fechado até o cotovelo numa tattoo estilizada do País das Maravilhas, com o Cheshire Cat em destaque! (mais falta terminar...mancada minha!)
Logo logo eu volto viu?
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