Porque hoje foi um dia estranho. Uma semana estranha. Quiçá, um mês estranho. Dias perdidos e ganhos por coisas mínimas. Vontade de fazer nada. E foi exatamente e incontestadamente o que fiz. Nada. Aliás, fiz. Chorei. Mas que se saiba desde já que não foi por ser chorona.
Chorei porque acreditei que tudo estava incontestavelmente perdido. Irremediavelmente dolorido.
Tenho muita resistência à dor. Principalmente dor física. Não acho quase nada dolorido demais a ponto de ser insuportável fisicamente falando. Não consigo, por exemplo, encontrar incômodo em 21 agulhas por segundo me furando por querer fazer tatuagem. Não sei se meu cérebro é tão lerdo que esquece de processar a dor ou se é tão rápido que passa reto por esse processo de ter que doer e pensa logo em como vai ficar no final.
Sou assim também com dores emocionais. Mas no caso delas, funciona um pouquinho diferente. Não sei se meu cérebro é lerdo demais a ponto de pensar que pessoas falam coisas sem querer ofender, ou rápido demais a ponto de achar que ninguém faz nada de propósito. Mas nesse caso a velocidade do meu cérebro é tamanha que o meu pensamento, em vez de sair pela boca, desce pela goela, para no peito e esmaga meu coração. E é nessas horas que eu choro.
Chorar deve ser bom. Se não é, pelo menos traz alívio. E alívio com certeza é bom.
Porisso, aliviada, parei de chorar. Não porque tudo está bem. Mas porque neste momento, neste exato momento em que aqui escrevo, tudo está bom.
E na estranheza desses dias, sempre digo que nada acontece por acaso. Tudo tem um propósito, uma razão de ser e acontecer. Acredito no destino. Se chorei, foi porque eu tinha que chorar. Se parei, é porque já estava na hora de parar.
E levando a minha crença pelo lado da lógica, se tudo é obra de destino, então está escrito. E se está escrito, e não se pode apagar, jogar fora, nem mesmo amassar, então é eterno.
Gosto de eternidades. Lógico que existem aquelas que a gente prefere esquecer. Mas também tem aquelas que a gente gosta de lembrar, relembrar, remexer, só pra não esquecer o gosto que tem.
Gosto muito das mudanças. Mas amo o eterno. Amo porque diz respeito a tudo aquilo que eu tive, que eu tenho. São coisas que posso sentir. Às vezes, até mesmo tocar.
Mais não deixo de gostar da mudança. Aceitando ou não, toda mudança é válida porque vai produzindo toda minha história, que pelo menos pra mim será eterna. E logo, o que foi mudado também passará a ser amado.
Não prometo amar tudo. Pra mim gostar de tudo é sintoma de hipocrisia. A menos que esteja alheia a tudo, uma pessoa não consegue gostar de todas as coisas. Mas prometo pelo menos menos amar muito as boas eternidades e guardá-las em seu devido lugar.
E eternamente as amarei. Porque tudo aquilo que é eterno, pode ir e voltar. Mas continuará sempre na sua condição de eternidade. E de uma forma ou de outra, na presença ou na lembrança, estará sempre comigo. E eternamente será meu, mesmo que não seja.
Fiz esse bauzinho moderno pra guardar alguns mimos que me fazem ser o que sou: uma mistura de coisas inacabadas, combinadas e descombinadas. Todas juntas, misturadas, e rigorosamente separadas e organizadas dentro da minha desorganização. Não tenho opiniões formadas e mudo de idéia constantemente. Mas tenho personalidade. E muita. Louca? Com certeza não. Mas, como podem perceber, vivo de Rivotril.
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
O Fabuloso Destino de Priscila Furlan
Bom, temos muitas coisas favoritas né... cores, lugares, formas... Como vcs já sabem que meu desenho favorito é o da Alice no País das Maravilhas e a minha princesa favorita é a Aurora, vou contar mais uma coisinha que amo muito: Filmes! E ainda sou chata, pq gosto só dos legendados. Adoro ouvir as expressões reais dos atores, os sotaques...
Já assisti muitos filmes pela vida afora, mas o meu preferido é sem dúvida "Le Fabulex Destin d'Amélie Poulan". Uma graça de filme. Um charme. Pode parecer meio 'cult' demais, mas não consigo resistir ao "sonho francês" (sim, pq eu nunca tive o sonho americano!). Então decidi fazer a versão "O Fabuloso Destino de Priscila Furlan" (Pq meu francês é bem limitado, e eu jamais conseguiria postar tudo nesse idioma, e acredito que a maioria de quem pretende ler esse post não ia gostar de que eu escrevesse em francês!)Não vai ficar igualzinho, óbvio, mas vou tentar...
No dia 04 de Setembro de 1985, um espermatozóide X, pertencente ao Sr. Elton Bortolacci destacou-se do pelotão e alcançou o óvulo da Sra. Claudia Bortolacci, em Paranaguá, e nove meses depois, nasceu Priscila Bortolacci.
Seu pai é mecânico e trabalha no porto. Gosta de carros, motos e mulheres. Não gosta de chimarrão e nunca aprendeu a tocar acordeão com seu pai.
Claudia, sua mãe, é professora. Temida pelos alunos, ela gosta de fazer trabalhos manuais, de cachorros e por conta de Priscila por vezes tem um relacionamento conturbado com sua mãe. Não gosta de gatos.
Priscila era filha única até que três anos depois veio a notícia de que uma irmã estava a caminho. Caroline nascia um mês e meio depois do seu 4°. aniversário. Na época, Priscila não achou que o acontecimento fosse uma boa idéia.
Caroline, até os 6 anos, gosta de roupas de menino mas brinca de boneca. Não gosta de prender os cabelos e rói unhas.
Num dia estranho, morre seu pai. Acidente estranho. Mundo estranho. E pra Priscila, tudo muito suspeito, mas ela não sabe porque.
Na adolescência, Priscila (que ainda não era Furlan) sempre saía pra balada com amigos da escola. Sua série favorita foi a 8ª., e sempre ia pra balada com os meninos por não se dar assim tão bem com as meninas. Não era popular. Magrela, nem podia se dar ao luxo. Mas estava entre os garotos, e isso era bem legal. Sua irmã sempre estava junto, e por ser mais bonita, arrumou namorado primeiro.
A vida sentimental de Priscila (que ainda não era Furlan) não era muito movimentada, uma vez que logo que arrumava um namorado, não durava mais que 3 meses. Preferia amigos. Gostava de ajudar nas filmagens de programas inventados. Não gostava de ter que voltar cedo pra casa. A mãe, apesar de severa, deixava que todos frequentassem a casa. Priscila também gostava disso.
Quando a Sra. Bortolacci resolveu mudar de cidade, nenhuma das irmãs teve escolha, a não ser ir junto. Foi aí que apareceu o Sr. Furlan. E aí sim, a Priscila, que era só a Srta. Bortolacci, virou Sra. Furlan.
Priscila Furlan gosta de motos e coisas com caveiras. Não gosta de chinelo havaianas. Agosta do cheiro de livros velhos e passeia com sua amiga aos fins de semana. Faz tatuagens. Ficou loira.
Então fez faculdade de Direito. Mal ai às aulas, mas era frequentadora assídua do bar. Virou uma bêbada e aí sim, era popular. Conhecia todos no bar. Era conhecida por todos no ônibus por ser a "mocinha bêbada que entra dançando". Não gostava de intrometidos no fundão. Gostava quando lotava de amigos. E também gostava de truco. Gostava de dar 'seizada'. Jogava com quem quisesse jugar no baralho, mais se fosse pelo celular, tinha parceria preferida. Inesquecível. Então, Priscila Furlan descobriu que seria mãe. Mas, como não era doença, a vida na faculdade seguia exatamente como sempre. Até Isabela Furlan nascer.
Isabela gosta de banho, banana e passeio. Não gosta de alface. Nem que peguem os brinquedos que estão na sua mão.
Depois do nascimento da Srta. Furlan, Priscila tem uma vida estressante e monótona de mãe. Até que passa num concurso e volta a trabalhar, numa biblioteca. Nesse trabalho, arrumou amigas. Algumas muito especiais(*). Outras nem tanto.
Um belo dia, Priscila bate seu carro. E também recebe sua herança pela morte do pai. Então, compra um novo carro e um novo par de seios, para repor tudo que foi estragado.
Hoje, Priscila Furlan tem uma vida boa, tentando deixar sua casa do jeito que sempre quis, com seu carro novo na garagem, seus seios novos no sutiã, sua filha no banco de trás e o marido acompanhando tudo. Se serão felizes pra sempre??? Não sei. Só o tempo vai dizer. O tempo. As pessoas. As circunstâncias. E o destino, é claro. O fabuloso destino de Priscila Furlan.
(*)Sim, é pra vc bocó!!!!!
Já assisti muitos filmes pela vida afora, mas o meu preferido é sem dúvida "Le Fabulex Destin d'Amélie Poulan". Uma graça de filme. Um charme. Pode parecer meio 'cult' demais, mas não consigo resistir ao "sonho francês" (sim, pq eu nunca tive o sonho americano!). Então decidi fazer a versão "O Fabuloso Destino de Priscila Furlan" (Pq meu francês é bem limitado, e eu jamais conseguiria postar tudo nesse idioma, e acredito que a maioria de quem pretende ler esse post não ia gostar de que eu escrevesse em francês!)Não vai ficar igualzinho, óbvio, mas vou tentar...
No dia 04 de Setembro de 1985, um espermatozóide X, pertencente ao Sr. Elton Bortolacci destacou-se do pelotão e alcançou o óvulo da Sra. Claudia Bortolacci, em Paranaguá, e nove meses depois, nasceu Priscila Bortolacci.
Seu pai é mecânico e trabalha no porto. Gosta de carros, motos e mulheres. Não gosta de chimarrão e nunca aprendeu a tocar acordeão com seu pai.
Claudia, sua mãe, é professora. Temida pelos alunos, ela gosta de fazer trabalhos manuais, de cachorros e por conta de Priscila por vezes tem um relacionamento conturbado com sua mãe. Não gosta de gatos.
Priscila era filha única até que três anos depois veio a notícia de que uma irmã estava a caminho. Caroline nascia um mês e meio depois do seu 4°. aniversário. Na época, Priscila não achou que o acontecimento fosse uma boa idéia.
Caroline, até os 6 anos, gosta de roupas de menino mas brinca de boneca. Não gosta de prender os cabelos e rói unhas.
Num dia estranho, morre seu pai. Acidente estranho. Mundo estranho. E pra Priscila, tudo muito suspeito, mas ela não sabe porque.
Na adolescência, Priscila (que ainda não era Furlan) sempre saía pra balada com amigos da escola. Sua série favorita foi a 8ª., e sempre ia pra balada com os meninos por não se dar assim tão bem com as meninas. Não era popular. Magrela, nem podia se dar ao luxo. Mas estava entre os garotos, e isso era bem legal. Sua irmã sempre estava junto, e por ser mais bonita, arrumou namorado primeiro.
A vida sentimental de Priscila (que ainda não era Furlan) não era muito movimentada, uma vez que logo que arrumava um namorado, não durava mais que 3 meses. Preferia amigos. Gostava de ajudar nas filmagens de programas inventados. Não gostava de ter que voltar cedo pra casa. A mãe, apesar de severa, deixava que todos frequentassem a casa. Priscila também gostava disso.
Quando a Sra. Bortolacci resolveu mudar de cidade, nenhuma das irmãs teve escolha, a não ser ir junto. Foi aí que apareceu o Sr. Furlan. E aí sim, a Priscila, que era só a Srta. Bortolacci, virou Sra. Furlan.
Priscila Furlan gosta de motos e coisas com caveiras. Não gosta de chinelo havaianas. Agosta do cheiro de livros velhos e passeia com sua amiga aos fins de semana. Faz tatuagens. Ficou loira.
Então fez faculdade de Direito. Mal ai às aulas, mas era frequentadora assídua do bar. Virou uma bêbada e aí sim, era popular. Conhecia todos no bar. Era conhecida por todos no ônibus por ser a "mocinha bêbada que entra dançando". Não gostava de intrometidos no fundão. Gostava quando lotava de amigos. E também gostava de truco. Gostava de dar 'seizada'. Jogava com quem quisesse jugar no baralho, mais se fosse pelo celular, tinha parceria preferida. Inesquecível. Então, Priscila Furlan descobriu que seria mãe. Mas, como não era doença, a vida na faculdade seguia exatamente como sempre. Até Isabela Furlan nascer.
Isabela gosta de banho, banana e passeio. Não gosta de alface. Nem que peguem os brinquedos que estão na sua mão.
Depois do nascimento da Srta. Furlan, Priscila tem uma vida estressante e monótona de mãe. Até que passa num concurso e volta a trabalhar, numa biblioteca. Nesse trabalho, arrumou amigas. Algumas muito especiais(*). Outras nem tanto.
Um belo dia, Priscila bate seu carro. E também recebe sua herança pela morte do pai. Então, compra um novo carro e um novo par de seios, para repor tudo que foi estragado.
Hoje, Priscila Furlan tem uma vida boa, tentando deixar sua casa do jeito que sempre quis, com seu carro novo na garagem, seus seios novos no sutiã, sua filha no banco de trás e o marido acompanhando tudo. Se serão felizes pra sempre??? Não sei. Só o tempo vai dizer. O tempo. As pessoas. As circunstâncias. E o destino, é claro. O fabuloso destino de Priscila Furlan.
(*)Sim, é pra vc bocó!!!!!
domingo, 18 de setembro de 2011
Fui obrigada a postar isso...
Ai gente, hoje recebi um e-mail de uma antiga xará amiga minha (Saudadona de vc Pri!!!). Xoreeei de rir. O nome do e-mail era "Somente para as bonitonas". e como eu sou maravilinda né...fui lá e abri! E me obriguei a postar né, pq tava no nome dela, e como é o mesmo meu...Ri largadaaa!!!! Olha a historinha...
SOMENTE PARA AS BONITONAS...
Estavam reunidas na Disney, a Sininho, a Fiona e a Angelina Jolie, jogando conversa fora...
A Sininho disse:
- 'Eu sou a menor fadinha do mundo!!!'
A Fiona revidou:
- 'Sou a ogra mais feia do planeta!!!'
E a Angelina Jolie finalizou:
- 'Sou a mulher mais linda, inteligente e maravilhosa do mundo!!!'
Mas elas queriam que isso fosse comprovado...
Pegaram o Guiness Book.
A Sininho abriu na página 873 e realmente estava lá:
- Sininho, A Menor Fada Do Mundo.
Todas ficaram impressionadas.
A Fiona pegou o livro, abriu na página 585 e estava lá escrito:
- Fiona, A ogra mais feia do mundo.
Ohhh!
Por último, a Angelina Jolie pegou o livro, abriu na página 25 e
depois de alguns minutos de silêncio e uma cara de fúria, (PRATICAMENTE NUM ATAQUE DE NERVOS),
ela gritou:
QUEM É ESTA TAL DE PRISCILA???
Ai eu sei que vcs acham que eu me acho...e eu admito: algumas horas me acho mesmo...e quando eu tenho uma crise de falta de auto-estima (que é bem comum viu...) e não me acho, graças a Deus tenho muitos amigos que me procuram!!!
Bjoo!!
SOMENTE PARA AS BONITONAS...
Estavam reunidas na Disney, a Sininho, a Fiona e a Angelina Jolie, jogando conversa fora...
A Sininho disse:
- 'Eu sou a menor fadinha do mundo!!!'
A Fiona revidou:
- 'Sou a ogra mais feia do planeta!!!'
E a Angelina Jolie finalizou:
- 'Sou a mulher mais linda, inteligente e maravilhosa do mundo!!!'
Mas elas queriam que isso fosse comprovado...
Pegaram o Guiness Book.
A Sininho abriu na página 873 e realmente estava lá:
- Sininho, A Menor Fada Do Mundo.
Todas ficaram impressionadas.
A Fiona pegou o livro, abriu na página 585 e estava lá escrito:
- Fiona, A ogra mais feia do mundo.
Ohhh!
Por último, a Angelina Jolie pegou o livro, abriu na página 25 e
depois de alguns minutos de silêncio e uma cara de fúria, (PRATICAMENTE NUM ATAQUE DE NERVOS),
ela gritou:
QUEM É ESTA TAL DE PRISCILA???
Ai eu sei que vcs acham que eu me acho...e eu admito: algumas horas me acho mesmo...e quando eu tenho uma crise de falta de auto-estima (que é bem comum viu...) e não me acho, graças a Deus tenho muitos amigos que me procuram!!!
Bjoo!!
sábado, 17 de setembro de 2011
A Bela (Des)Adormecida
Sempre gostei de desenhos animados. Disney, aqueles que passam no Cartoon, Animes... Mas depois do desenho da Alice, não que tenha sido um dos favoritos, mas sempre tive uma adoração especial pela Aurora, a nossa famosa Bela Adormecida. Tão delicada, doce, chique e linda de morrer (ou de dormir, nesse caso). Enfim, um lushoo!!!
Sendo assim, mesmo apaixonada pela Rainha de Copas, obviamente não queria que meu lindo bebê saísse igual ela neh... então imaginei que a tão linda Bela (sim, o nome da minha filha é Isabela, mais conhecida por ela mesma como Bela, com variações para 'Béia'), que hoje tem quase 1 ano e meio sairia assim:
Ó doce ilusão... além de ser uma máquina de cagar, consegue aprontar 10 coisas diferentes em 30 segundos Pois é... amo muito minha bebê, mais dá um trabalho do cacete, e já está decidido pela minha pessoa que a fábrica já está fechada! Uma criança que vale por três é muito mais do que o suficiente. E pra vcs que não conhecem a famosa Bela, vou finalizar este post com uma fotinha dela...Não aparece, mais ela tb tá de chiquinhas (é que o cabela ainda não cresceu muito sabe...), e a franja tá torta porque ela fez um reboliço no salão e a coitada da cabelereira teve que rebolar pra cortar E sim, ela vive com a cara suja pq come e se lambuza (e suja a casa toda junto) o dia todo. Eis a peça:
Bjos com sabor de cookies de chocolate (os favoritos dela)!
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Um Pouco sobre a Paranóica...
Acho que não vou fugir muito dos padrões de blog, então vou começar me apresentando.
Como já sabem o meu nome, pelo nome do blog devem ter percebido que tenho uma adoração especial pelo País das Maravilhas...mas confesso que prefiro o Cheshire Cat (Aquele sorriso...aiai ainda arrumo um gato de verdade desse pra mim!) e a Rainha de Copas do que a Alice. Acho ela meio assim, sei lá...sem graça, sem rumo... Sem contar que sempre tive o sonho de poder sumir quando o bicho pega.
Já a Rainha de Copas...essa sim faz o meu tipo! Decidida! Cabeçuda! Peituda! Ô pessoa de classe viu...
E ainda algum dia ainda cortarei uma cabeça!!!
Como esse blog não é sobre nada em especial nem informativo, vou falando as minhas bobeiras aos poucos, pra vcs não pensarem que o Rivotril não tá fazendo efeito... E pra quem não me conhece... tenho o braço fechado até o cotovelo numa tattoo estilizada do País das Maravilhas, com o Cheshire Cat em destaque! (mais falta terminar...mancada minha!)
Logo logo eu volto viu?
Como já sabem o meu nome, pelo nome do blog devem ter percebido que tenho uma adoração especial pelo País das Maravilhas...mas confesso que prefiro o Cheshire Cat (Aquele sorriso...aiai ainda arrumo um gato de verdade desse pra mim!) e a Rainha de Copas do que a Alice. Acho ela meio assim, sei lá...sem graça, sem rumo... Sem contar que sempre tive o sonho de poder sumir quando o bicho pega.
Já a Rainha de Copas...essa sim faz o meu tipo! Decidida! Cabeçuda! Peituda! Ô pessoa de classe viu...
E ainda algum dia ainda cortarei uma cabeça!!!
Como esse blog não é sobre nada em especial nem informativo, vou falando as minhas bobeiras aos poucos, pra vcs não pensarem que o Rivotril não tá fazendo efeito... E pra quem não me conhece... tenho o braço fechado até o cotovelo numa tattoo estilizada do País das Maravilhas, com o Cheshire Cat em destaque! (mais falta terminar...mancada minha!)
Logo logo eu volto viu?
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